NÃO HÁ SUSTENTABILIDADE SEM INTEGRAÇÃO DE PROCESSOS E COLABORAÇÃO
O TEMA: “Não há sustentabilidade sem integração de processos”.
Gradativamente parece ser bem perceptível a qualquer um a atual velocidade e intensidade como as mudanças estão ocorrendo. Se no século XX os dois maiores fenômenos que influenciaram decisivamente a forma da gestão organizacional foram o invento do computador e a globalização, tudo parece indicar que o maior primeiro fenômeno do século XXI será a RSC, ou seja, a Responsabilidade Social Corporativa. Cada vez mais estamos sendo impactados pelos acontecimentos das três dimensões do Desenvolvimento Sustentável: a econômica, a social e a ambiental.
As empresas, mais uma vez por questão de sobrevivência, vêm conduzindo suas organizações no sentido de adaptar-se a esta realidade. O achatamento de suas estruturas, transformando sua forma de operar do vertical (gestão departamental ou funcional) para o horizontal (gestão de processos), com foco bem concentrado no cliente por toda a organização e um alinhamento bastante preciso dos níveis estratégicos, táticos e operacionais, fazem com elas tenham características nunca antes vistas: visão
sistêmica e velocidade. Os grandes grupos compram e vendem empresas, fundem-se, dividem-se, aliam-se e tantas outras formas mais na busca da concretização de uma estratégia vencedora que vá permitir a sua sobrevivência.
Quando analisamos esses fatos é fácil concluir que cada vez mais será necessário haver uma combinação equilibrada de liderança e gestão como competência fundamental dos profissionais que estão na direção e gerência de nossas organizações. Estes devem alinhar suas motivações internas com os desafios profissionais, pois cada vez mais serão obrigados a trabalhar com uma lógica cristalina concomitantemente com uma intuição poderosa. Os lídestores devem ainda usar a emoção para inspirar as pessoas a liberar energia e assim soltarem a sua motivação de dentro para fora. Cabe a eles serem os grandes estimuladores da motivação interna da equipe no ambiente de trabalho.
Os lídestores precisam praticar a liderança colaborativa, ajudando não só as suas equipes, mas também os seus pares e todos os stakeholders que estejam de alguma forma contribuindo para a sustentabilidade da organização. A sobrevivência da empresa é no fim das contas a sobrevivência da grande maioria que lá trabalha ou depende dela.
Tomando como base essas necessidades e as pesquisas que fizemos ao longo dos últimos três anos, é possível afirmar que há hoje uma intensa busca por profissionais que alinhem as características de gestor com as de líder, ou seja, que entendam dos processos de negócios e tenham ao mesmo tempo
competências e habilidades para liderar equipes.
E você? Está preparado para ser um lidestor?
Uma boa semana
Dieter Kelber
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