BUSINESS PROCESS DAY 2008 - BLOG OFICIAL

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PARQUE INSADI, MAIS QUE UM SONHO, UMA REALIDADE !!!

Inaugura    oP - Inaugura    oP

No último dia 21 de agôsto o projeto de criação do Parque INSADI em Presidente Epitácio começou a se tornar realidade. Com a instalação da placa comemorativa de sua inauguração, uma área de aproximadamente 5ha receberá 10.000 mudas de espécies arbóreas nativas da Mata Atântica do Interior. Para tanto serão usadas 80 espécies diferentes conforme legislação ambiental em vigor.

Assim, o acordo de cooperação que foi assinado entre o INSADI e a APOENA passa a realidade. Uma parcela dos recursos arrecadados com o Business Process Day 2008 servirá para a plantação de uma primeira leva de mudas, que muito mais de terem como objetivo a neutralização dos efeitos dos gases no aquecimento global, irão contribuir de sobremaneira para a recuperação dos corredores da biodiversidade local.

Contando com a presença do Presidente da Apoena, Djalma Weffort, plantamos uma série de mudas, iniciando assim o processo de reflorestamento. Todos os participantes do Business Process Day 2008, congressistas e patrocinadores, receberão um certificado relativo a parcela reflorestada decorrente do projeto de compensação da geração dos gases de efeito estufa prevista para o BPD2008, conforme sua gestão socioambiental.

Se você quiser contribuir com esse projeto entre em contato conosco.

Abraços e uma excelente semana.

Dieter Kelber
Diretor Executivo

www.businessprocessday.com.br

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DIÁLOGO PARA A MATA ATLÂNTICA VAI A CAMPO POR THADEU MELO

A APOENA, aliada e gestora do Parque INSADI em Presidente Epitácio, através de seu dirigente Djalma Weffort, participou do V Encontro Nacional do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica, realizado entre os dias 11 e 13 de junho passados, em Brasília. Leia os aspectos mais importantes:

DIÁLOGO PARA A MATA ATLÂNTICA VAI A CAMPO
Rio de Janeiro, 16 de junho de 2008
Encontro entre empresários e ambientalistas dá ponta-pé para realização de ações concretas de proteção e restauração florestal no bioma

Representantes de 12 empresas de base florestal e de 15 organizações ambientalistas, entre elas a APOENA, estiveram reunidos entre os dias 11 e 13, em Brasília, para o V Encontro Nacional do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica. O evento marcou o início da segunda fase do Diálogo, estabelecido em 2005 face à importância dos remanescentes florestais localizados nas propriedades das empresas, principalmente nas do setor de papel e celulose.

codlar12 - codlar12

Nas próximas semanas serão inaugurados fóruns regionais que levarão a campo, em sete áreas prioritárias, as diretrizes nacionais para realização de ações concretas para proteção de remanescentes florestais e restauração do bioma. O setor de base florestal é detentor de mais de 1 milhão de hectares de terras onde não são feitos plantios homogêneos de espécies exóticas como pinus e eucalipto. Além desse território, a iniciativa também tem potencial para influenciar milhares de proprietários de terra, fornecedores de mais de 20% da matéria-prima utilizada pelo setor.

Entre as diretrizes apontadas durante o encontro estão o fortalecimento e a valorização das equipes de meio ambiente das empresas, a proteção física das áreas de remanescentes e o compartilhamento de dados ambientais para formação de um protocolo comum de monitoramento da conservação da biodiversidade. O grupo também se comprometeu a buscar mecanismos capazes de incentivar os proprietários rurais dispostos a adequar ambientalmente suas terras, além de promover capacitação para os vários atores envolvidos no processo de valoração de serviços ambientais, incluindo as populações de entorno.

“As instituições estão todas animadas e acreditando cada vez mais umas no trabalho das outras”, diz Miriam Prochnow, secretária-executiva do Diálogo. Para ela, o fato de que todos se comprometeram a cuidar melhor das suas áreas para que, de fato, elas sejam conservadas, pode ser um estímulo para que outros setores que têm ativos florestais façam o mesmo, especialmente, porque não é possível criar unidades de conservação em todos os remanescentes.

“Na Mata Atlântica, a gente sabe que todos os fragmentos são importantes e contribuem para a manutenção do equilíbrio ambiental e da biodiversidade”, complementa Miriam.

“Este tipo de fórum é fundamental para estabelecer marcos referenciais. Enquanto eu vou demonstrar para você a complexidade da questão econômica, você vai me mostrar a complexidade da questão socioambiental, e, assim, a gente consegue visualizar a realidade de forma ampla e concreta”, esclarece João Augusti, gerente de meio ambiente da Votorantim Papel e Celulose.

Além de trazer benefícios para a paisagem florestal do bioma, a aplicação das diretrizes do Diálogo deverá trazer impactos positivos também para o setor de silvicultura. “Quanto mais próximos os plantios florestais estão das matas nativas, maior o equilíbrio ecológico, menos ataques de pragas, maior produtividade, em uma menor área de plantio”, explica Luciano Lisbão Jr., gerente de meio ambiente e segurança florestal da Aracruz Celulose.

Para Miguel Calmon, diretor do programa Mata Atlântica da The Nature Conservancy, o espaço de diálogo está se consolidando como uma das iniciativas mais inovadoras já realizadas no bioma. “A execução de ações concretas em campo vai fortalecer o diálogo e influenciar agendas e compromissos assumidos pelo Brasil com relação à biodiversidade e às mudanças climáticas”, diz Calmon.

No encontro também foi ratificada a definição de 13 diretrizes para as empresas que fomentam a silvicultura entre proprietários rurais. A partir de agora, todas deverão incluir algumas salvaguardas socioambientais em seus contratos com fomentados, condicionando seu apoio a contrapartidas que deverão ser cumpridas pelos proprietários. As empresas também se dispõem a atuar de forma integrada, com relação ao meio ambiente, nas áreas onde possuem operações florestais geograficamente próximas umas das outras.

Outro resultado importante da reunião foi a inclusão oficial do bioma Pampa na área de atuação do Diálogo. Com isso, o fórum passa a se chamar Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e Pampa. “A decisão é uma resposta à demanda conjunta da sociedade civil e das empresas que atuam no Rio Grande do Sul, como uma forma de buscar o equilíbrio entre a conservação ambiental e o desenvolvimento dos negócios de base florestal no extremo sul do país”, explica André Guimarães, diretor executivo do Instituto BioAtlântica.

Todas as diretrizes definidas no encontro deverão ser implementadas em nível regional nas áreas de plantio no sul e extremo sul da Bahia, norte do Espírito Santo, vale do Rio Doce (MG e ES), vale do Paraíba (SP), e em regiões específicas dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Texto: Thadeu Melo (comunicacao@bioatlantica.org.br)

Não há sustentabilidade sem integração de processos e colaboração. Saiba mais em www.businessprocessday.com.br

Uma boa semana para todos e não esqueçam de refletir sobre o papel do LIDESTOR nas empresas.

Abraços

Dieter Kelber

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NÃO HÁ SUSTENTABILIDADE SEM INTEGRAÇÃO DE PROCESSOS E COLABORAÇÃO

dknew - dknew
Com o tema do Business Processday 2008 iniciamos as atividades do nosso blog oficial do evento. Participem mandando seus comentários e assuntos que queiram ver publicados. Freqüentem e participem das novidades.

O TEMA: “Não há sustentabilidade sem integração de processos”.

Gradativamente parece ser bem perceptível a qualquer um a atual velocidade e intensidade como as mudanças estão ocorrendo. Se no século XX os dois maiores fenômenos que influenciaram decisivamente a forma da gestão organizacional foram o invento do computador e a globalização, tudo parece indicar que o maior primeiro fenômeno do século XXI será a RSC, ou seja, a Responsabilidade Social Corporativa. Cada vez mais estamos sendo impactados pelos acontecimentos das três dimensões do Desenvolvimento Sustentável: a econômica, a social e a ambiental.

As empresas, mais uma vez por questão de sobrevivência, vêm conduzindo suas organizações no sentido de adaptar-se a esta realidade. O achatamento de suas estruturas, transformando sua forma de operar do vertical (gestão departamental ou funcional) para o horizontal (gestão de processos), com foco bem concentrado no cliente por toda a organização e um alinhamento bastante preciso dos níveis estratégicos, táticos e operacionais, fazem com elas tenham características nunca antes vistas: visão
sistêmica e velocidade. Os grandes grupos compram e vendem empresas, fundem-se, dividem-se, aliam-se e tantas outras formas mais na busca da concretização de uma estratégia vencedora que vá permitir a sua sobrevivência.

Quando analisamos esses fatos é fácil concluir que cada vez mais será necessário haver uma combinação equilibrada de liderança e gestão como competência fundamental dos profissionais que estão na direção e gerência de nossas organizações. Estes devem alinhar suas motivações internas com os desafios profissionais, pois cada vez mais serão obrigados a trabalhar com uma lógica cristalina concomitantemente com uma intuição poderosa. Os lídestores devem ainda usar a emoção para inspirar as pessoas a liberar energia e assim soltarem a sua motivação de dentro para fora. Cabe a eles serem os grandes estimuladores da motivação interna da equipe no ambiente de trabalho.

Os lídestores precisam praticar a liderança colaborativa, ajudando não só as suas equipes, mas também os seus pares e todos os stakeholders que estejam de alguma forma contribuindo para a sustentabilidade da organização. A sobrevivência da empresa é no fim das contas a sobrevivência da grande maioria que lá trabalha ou depende dela.

Tomando como base essas necessidades e as pesquisas que fizemos ao longo dos últimos três anos, é possível afirmar que há hoje uma intensa busca por profissionais que alinhem as características de gestor com as de líder, ou seja, que entendam dos processos de negócios e tenham ao mesmo tempo
competências e habilidades para liderar equipes.

E você? Está preparado para ser um lidestor?

Uma boa semana

Dieter Kelber

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